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Radio Dreyeckland (entrevista)

Oi.

No último sábado (02), participei de uma entrevista (via telefone) na rádio Dreyeckland (sediada em Freiburg, Alemanha). A entrevista foi realizada e editada Luiza Cilente (da agência Pulsar Brasil). A Dreyeckland é uma rádio livre que recebe colaboradores-visitantes de todas as partes do mundo, fazendo com que a programação musical seja bastante rica. O programa no qual a entrevista está inserida foi trilíngue (alemão, português e espanhol). rs (muito louco)
O programa versou sobre rádios livres, Rio+20, o uso de bicicletas como meio de transporte e da Massa Crítica (Bicicletada).

Não pude gravar o programa todo, então gravei a parte na qual é discutida o uso de bicicleta e a Massa Crítica.

Entrevista para Dreyeckland

Anota aí, mermão!

Rio, 20 de maio de 2012.

Postagem curta e grossa para divulgar dois eventos relacionados a mobilidade urbana que rolam nessa semana.

Bicicletada de Maio 

Quando? 25/05 (sexta-feira) com concentração às 18:30

Onde? Cinelândia (em frente ao Cine Odeon) – Centro do Rio

Pedalada Pró-ciclovia!

Quando? 26/05 (sábado) com concentração às 11:00

Onde? Largo do Machado

Descrição da página do evento:

“Concentração no Largo do Machado a partir das 11h, depois partimos para a feria na General Glicério, e de lá para a praça Ben Gurion (a praça do chafariz parado em frente ao Itaú). Lá teremos tendas temáticas e muito bate papo sobre bikes.
Tentaremos também chamar a atenção para a colocação de uma estação do Bike Rio nesta praça. Promessa não comprida do projeto.

Vá também e ajude a mudar o nosso mundo!
Nos vemos lá!

Mesmo que você não vá, ajude a divulgar!”

1º Bicicletada Zona Oeste Rio

Rio, 14 de maio de 2012.

–  apenas palavras sem muito rigor –

Na última sexta (11), ocorreu a 1º Bicicletada Zona Oeste Rio. Éramos 25 pessoas de diversas partes da cidade, zona norte, sul e da própria zona oeste. Uns já haviam participado de outras Bicicletadas ou Massas Críticas, outros nunca tinham participado, mas já tinham ouvido falar. Decidimos o trajeto e saímos do Largo do Pechincha em direção ao Anil, passando por locais onde haviam maior quantidade de pessoas (bares, lojas, etc.). Apesar de preferirmos passar por lugares mais movimentados (afinal, o objetivo é dar visibilidade aos ciclistas), também passamos por locais bem vazios – o que é um tanto inevitável aqui em Jpa.   

O fluxo de ciclistas na região  (sobretudo na avenida Geremário Dantas e estrada de Jacarepaguá) não são tão intensos. Ver um bando de mais de 20 ciclistas compartilhando a avenida em plena hora de rush (sim, o trânsito fica lento na Geremário até 20:30 ou mais) causou uma certa surpresa aos desavisados. Contudo, a recepção dos pedestres e dos motoristas foi bastante positiva. Os motoristas que tentavam “furar” a Bicicletada, quando abordados recebiam informativos, eram convidados a participar da próxima Bicicletada e compreendiam nosso propósito. Pedestres também recebiam panfletos, mas no geral a panfletagem foi bem tímida. As musiquinhas animaram e chamaram a atenção de pessoas que não estão muito acostumadas a ver esse tipo de coisa por aqui.

O que mais me impressionou naquela noite foi ver uma mulher parar o carro na av. Três Rios (no pézinho da Grajaú – Jacarepaguá) para saber mais sobre a Bicicletada. Dois participantes foram conversar com ela e disseram que ela gostou da iniciativa. Ela chegou a perguntar quanto custava para participar (rs). Como bem disse a Aline (que costuma frequentar a Bicicletada no Centro), a participação custa um sorriso. E pode chegar de cara emburrada, quando conseguir um sorriso no meio da Bicicletada você paga. Espero que ela apareça na próxima.

Após a Bicicletada, nos reunimos para trocar impressões sobre o evento. O saldo nos pareceu positivo: as reações de motoristas e pedestres que notamos foram bacanas e os marinheiros de primeira viagem gostaram e ficaram com vontade de participar das próximas bicicletadas.

Mais fotos minhas no Flickr.

Vídeos e fotos feitos pelo Ary.

Lembre-se: a Bicicletada zona oeste acontecerá toda 2º sexta-feira do mês com concentração às 19:00 no Largo do Pechincha, Jpa. No mês de junho será no dia 08. Participe! Venha de bicicleta, skate, pogobol, patinete, correndo ou com qualquer outro veículo movido a propulsão humana (você é o motor).  Não é preciso ser atleta ou ciclista profissional para participar, o ritmo é o do mais lento.

Para quem não sabe: Bicicletada (ou Massa Crítica) é um evento/movimento/”coincidência organizada” que ocorre mensalmente e é realizado por entusiastas de veículos movidos a propulsão humana que se reúnem para estimular/celebrar seus meios de locomoção e reivindicar seu espaço nas ruas. A Bicicletada não é ONG, não tem vínculos partidários, governamentais, religiosos ou quaisquer outros vínculos institucionais. Além disso, não possui líderes ou representantes, por isso as decisões de trajetos, formas de atuação e diálogo com as pessoas que observam a passagem da Bicicletada são tomadas coletivamente entre os participantes na concentração. O ritmo é o do mais lento, não é preciso ser atleta ou ciclista profissional.

Mais informações:

http://bicicletada.org/zonaoesterio

http://bicicletada.org/riodejaneiro

bicicletadariodejaneiro@googlegroups.com

https://www.facebook.com/BicicletadaRioDeJaneiro

(Ctrl C Ctrl V) Maputo – Moçambique

Rio, 27 de abril de 2012.

Bisbilhotando pelos blogs e páginas da Critical Mass (Massa Crítica/Bicicletada) de várias cidades do mundo, achei uma postagem bem interessante da Massa Crítica de Maputo, Moçambique.

A postagem é uma chamada para o passeio da Massa Crítica realizado no dia 29 de janeiro de 2010. Eles fizeram um flyer bem interessante, bastante funcional. Como estava sem tempo (e não tenho muito talento para elaborar esse tipo de material), resolvi copiar (descaradamente) a ideia não só no formato do flyer, mas também em parte do conteúdo. Não gostou, me processa.

O flyer pode ser entregue na rua, durante a Bicicletada, ou ser pendurado em bicicletas estacionadas pela cidade (basta fazer um corte na ponta para encaixar).

Detalhes: o tamanho do flyer aberto é 21cm x 6cm. Em folha de A4, imprimi 4 flyers. Disponibilizei o arquivo em .pdf em folha A4 (flyer_bicirioa4).

O flyer em .psd, deve ser visualizado no Photoshop. Após abrir a página do google docs, basta clicar em “Arquivo” e depois em “Fazer download”. É só abrir no Photoshop e fazer a alteração que julgar necessária.

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Ciclovias Invisíveis na Gardênia – JPA

Oi,

nessa terça (13) tive o prazer de receber minha amiga Michelle Castilho (Ciclovias Invisíveis) aqui na Gardênia. A guria ficou bastante impressionada com a quantidade de bicicletas. E olha que veio num horário que não é dos mais movimentados. Visite o blog e perfil no facebook da Ciclovias Invisíveis para ver as fotos.

Dias depois da visita, resolvi gravar um vídeo de um trecho da ciclovia do Gardênia.

Um apelo e sobre Fulanos, outros e etc

Sei que corro o risco de ser mal interpretado ou mesmo de cometer o erro de dizer algumas coisas num momento inoportuno. Mas vou assumir o risco.

Bem, na última sexta (02/03) ocorreram 5 mortes de ciclistas no Brasil. Em São Paulo, Belém, Distrito Federal, Recife e Pomerode. Todas as mortes igualmente absurdas, contudo diferentemente mencionadas.

Muito se tem falado do caso na avenida Paulista (São Paulo). Até porque é a segunda vez que ocorre morte de ciclista na Paulista envolvendo um ônibus. Difícil não relacionar os dois casos. Mas não é exatamente sobre as mortes que pretendo falar, mas da cobertura (jornalística ou não) que se tem dado aos casos. Sobre o caso da avenida Paulista, apesar da investigação ainda estar em andamento, já entrevistaram testemunhas, já prenderam o acusado (que já foi solto ao pagar fiança), pode-se fazer uma reconstituição do ocorrido, a imprensa nos dá inúmeras informações sobre a vítima e por aí vai. A enxurrada de informações se deve a diversos fatores, tais como: a articulação dos ciclistas (e de outras pessoas que se indignaram com o caso), a proximidade da vítima com os ciclistas, grande número de grupos jornalísticos na cidade e visibilidade que é dada à avenida Paulista.

As outras vítimas de sexta não contam com toda essa cobertura por parte das pessoas de um modo geral e da imprensa. Das 5 vítimas, até onde pude ver, temos o nome de apenas duas. Não sei se é válido especular razões para a ausência de informação, talvez seja perda de tempo. Creio que o mais importante seja buscarmos essas informações. Porque, ainda que amigos e familiares das vítimas tenham honrado seus queridos, eles serão reduzidos a uma mera estatística. Justamente porque suas mortes não contam com o mesmo rigor e atenção.

Meu pedido é que busquemos informações sobre as demais vítimas e não deixemos que esses outros casos passem em vão. Batidos, despercebidos, estatísticos. Cobremos que a imprensa (sobretudo, os órgãos que possuem filiais espalhadas em diversos lugares do Brasil) busque e nos forneça detalhes do que ocorreu; peçamos aos ciclistas moradores dessas cidades ou de cidades vizinhas informação e manifestação; se não fizermos isso, querendo ou não, daremos menos valor a um caso do que outro. Não podemos adotar (mesmo sem saber) a mesma mentalidade dos grandes órgãos de imprensa que focam suas lentes no eixo Rio – São Paulo. E quando digo Rio – São Paulo, refiro-me a parte do Rio e parte de São Paulo. Essa mentalidade que divide bairros, cidades e países, diferenciando-os em importância midiática é a mesma que dá origem a atitudes carrocêntricas, que moldam cidades pensando principalmente nos carros. Obviamente, dado a distância, não podemos ser tão ativos em outras cidades, mas façamos um esforço para saber, ao menos, os nomes das vítimas. Creio que isso seja o mínimo.

Esse desabafo é em memória das vítimas de sexta.

Juliana Ingrid Dias (São Paulo), Misael Severino dos Santos (Pernambuco), Fulano (Distrito Federal), Hélio Nunes da Costa (Marituba) e Matheus Duarte Mueller, 9 anos, (Pomerode). Pretendo atualizar este post até sexta, pondo o nome das vítimas (quem sabe até mais informações). Por favor, ajudem-me.

III Bicicletagem Jardinária – Rio – Edição Especial

Nesta sexta tivemos a notícia de três mortes de ciclistas no Brasil: em Sampa, em Marituba (próx. a Belém) e em Riacho Fundo (próx. a Brasília). Ambas resultantes do desrespeito à vida e da sensação de superioridade que alguns sentem ao dirigir um veículo mais forte ou pesado. Uma das vítimas, Juliana Dias, participava do Pedal Verde na cidade de São Paulo, um evento bem semelhante à Bicicletagem Jardinária.
Apesar disso tudo, temos que nos manter firmes e continuar pedalando. Seja na Bicicletada, no dia-a-dia, nos treinos, nos passeios e em outras ocasiões. Portanto, pedalemos e plantemos.
Traga mudas, sementes, água, ferramentas e sua disposição. Lembrando: se não tiver nada disso, compareça assim mesmo. O ritmo do passeio é lento e o trajeto é decidido na hora entre os participantes.

Quando? Sábado (10/03). Concentração às 16h, saída às 16h30.
Onde? Na Pça. XV (ao lado do Paço Imperial) – Centro

Link do evento no FB: https://www.facebook.com/events/122532821208454/

Bicicletada Extraordinária

Brasil

Só nesta sexta (02/03), tivemos três atropelamentos, resultando em mortes de ciclistas, no Brasil. Um na avenida paulista (Sampa), um em Riacho Fundo (DF) e outro em Marituba (região metropolitana de Belém).

Em razão dessas e tantas outras mortes que ocorrem no trânsito (seja de ciclista, pedestre, motorista, skatista…), estão sendo organizadas várias bicicletadas em várias cidades do país. Até o momento, Rio, Sampa, Brasília e Porto Alegre confirmaram, mas creio que outras cidades irão se manifestar conforme a notícia for se espalhando (atualizo o post).

Hoje (02/03), 19h, na Pça. do Ciclista, haverá um ato em decorrência do atropelamento que aconteceu na Paulista. Mas além desse ato, haverá uma bicicletada na próxima terça (06/03).

Link da Bicicletada Extraordinária Nacional no Facebookhttps://www.facebook.com/events/347944488583219/

“Na sexta-feira 02/03 morreram três ciclistas atropelados por em São Paulo, Brasília e Belém. Há menos de um mês um menino de seis anos de idade também foi atropelado e morreu em Porto Alegre.

Convocamos uma Bicicletada Nacional em solidariedade às vítimas do trânsito e pedindo mais respeito e prioridade nas políticas públicas de mobilidade.

Todas essas bicicletadas ocorrerão na próxima terça (06/03)

Aracaju (SE): 20 hs, Mirante da Treze de Julho

Belo Horizonte (MG): 19h, Praça da Estação;

Brasília (DF): 19h, Praça das Bicicletas (Museu Nacional);

Campo Grande (MS): 18h, Praça do Ciclista (rotatória da Avenida Duque de Caxias com a Afonso Pena)
http://www.facebook.com/events/282569125145597/

Caxias do Sul (RS): 19h, em frente a Prefeitura Municipal; http://www.facebook.com/events/371954129490520/

Cuiabá (MT): 20h, Praça 8 De Abri – na frente do Choppão https://www.facebook.com/events/255342117881035/

Curitiba (PR): 19h, Pátio da Reitoria (UFPR) Amintas de Barros (entre Dr. Faivre e Gen. Carneiro); https://www.facebook.com/events/188615161246812/

Florianópolis (SC): 19h, Skate Park Trindade (em frente ao Iguatemi);

Londrina (PR): 19h, ponte da Av. Higienópolis (lago 2)

Manaus (AM): 19h30, Parque dos Bilhares (lado da Constantino Nery);

Maringá (PR): 19h, Praça da Catedral;

Natal (RN): 19h, Calçadão do Midway (Av. Salgado Filho);

Ponta Grossa (PR): 19h30, no parque ambiental http://www.facebook.com/events/309611795760654

Porto Alegre (RS): 19h, Largo Zumbi dos Palmares (EPATUR);

Recife (PE): 19h, Praça do Derby https://www.facebook.com/events/325505750831153/

Rio de Janeiro (RJ): 18h30, na Cinelândia (em frente ao Cine Odeon);

Salvador (BA): 19h, Largo da Mariquita;

São Luís (MA): 19h, Praça do Rodão (Cohab).

São Paulo (SP): 19h, pça do ciclista (av. Paulista X rua da Consoloção);

Vitória (ES): 19h, na Praça dos Namorados até a Praia de Camburi

Fora do Brasil

Caracas (Venezuela): 19h, desde la Plaza Brión de Chacaíto hasta Bellas Artes.

  Outras coisas: entrevista do André Pasqualini para a CBN.

Atropelamento coletivo

Oi,

fiz um novo post no vadebici.wordpress.com , onde sou colaborador. Para não ter que repetir o mesmo post aqui, vou me limitar a disponibilizar o link:

http://vadebici.wordpress.com/2012/02/22/boliche-motorizado/

Como estou dirigindo? Como o Ricardo Neis

Rio, 04 de fevereiro de 2012.

Às vésperas de completar um ano do atropelamento em Poa (ocorrido em 25/02/2011), sou surpreendido com a notícia de um amigo, Arlindo, que levou uma “fina” de um motorista de ônibus enquanto pedalava para casa depois de sua primeira partida de bike polo. Contudo, o que me surpreende não é a “fina” em si (que fere o artigo 201 do CTB). Infelizmente, elas são frequentes – toda semana eu passo por esse tipo de situação. O que surpreende é o que o motorista fala sobre sua própria atitude.

B.O. feito pelo amigo Arlindo Pereira Jr. que levou um fino de um motorista de ônibus.

“Relata o comunicante que na madrugada do dia 03/02/2012, por volta das 02:50, estava andando de bicicleta junto com os seus amigos, pela Rua Humaitá, quando, na altura do Corpo de Bombeiros do Humaitá, um motorista, conduzindo um ônibus da linha 176, e numérica A21092, jogou o mesmo contra o comunicante, e seus amigos. Que questionado sobre o porque da atitude, o motorista, que alegou se chamar Rafael, disse ao comunicante , que seus amigos teriam sorte, pois estava trabalhando, conduzindo o ônibus, pois se estivesse no seu carro de passeio, teria jogado o comunicante e seus amigos para cima. Que em virtude de tais fatos, veio à esta UPJ, para registrar o fato.”

Difícil entender o que se passa na cabeça de uma pessoa que joga um ônibus em cima de ciclistas e ainda fala uma merda daquela. Fato é que tal pessoa não pode sair por aí conduzindo nenhum tipo de veículo, mesmo bicicleta ou skate. Meu alívio é saber que a maioria dos motoristas não age assim. Se a maioria agisse dessa forma, o número de atropelamentos e mortes de ciclistas e pedestres seria bem maior.

Sobre a fiscalização das “finas”, recomendo a leitura de:
Ainda sobre a ajuda do Ministério Público no caso da aplicação do artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro – aquele que evita(ria) as “finas educativas” contra ciclistas” – Blog Na Bike

Ônibus invade ciclofaixa durante Bicicletada em Curitiba” – Blog Ir e Vir de Bike

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