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Khadro Ling – templo budista (Três Coroas/RS)

Poa, 10 de maio de 2011.

Aproveitei o domingo do “dia das mães” para conhecer o templo budista em Três Coroas.

Trajeto de ida

Saí de casa por volta das 7:15 da manhã, gostaria de ter saído um pouco mais cedo, pois iria fazer todo o trajeto de bicicleta. Alguns ciclistas optam por pegar o trem até São Leopoldo para poupar tempo e energia. Quem quiser seguir essa opção deve estar atento aos horários em que se pode embarcar com bicicleta.

Grande parte do trajeto até Três Coroa poderia ser feito pela RS-020 (note no mapa acima), mas como queria passar por Novo Hamburgo, tive que ir pela BR-116. Já o trajeto de volta foi feito pela RS-020.

Peguei a RS-020 e em Cachoeirinha segui em direção a RS-118. Pedalei pela RS-118 nos municípios de Cachoeirinha e Sapucaia do Sul. Essa rodovia é uma desgraça para pedalar. Além de só possuir uma pista para cada sentido, o asfalto não é nada bom e o acostamento não é asfaltado. Daí é só optar: pedalar num acostamento de terra e pedra ou pedalar num asfalto péssimo com grandes chances de levar uma chapuletada de um caminhão.

Assim que cheguei a BR-116 parei num posto para descansar. Dali até Novo Hamburgo foi molezinha (bah, 116 é uma maravilha). Em Novo Hamburgo, fiz uma parada rápida, liguei para minha mãe (a cobrar) e dei uma voltinha pela cidade, mas não tirei muitas fotos de lá.

em Novo Hamburgo

Depois do rolezinho em NH, voltei para BR-116 e entrei na RS-239. A rodovia é boa e tem acostamento asfaltado e não tem muitas lombas (ladeiras), mas, talvez por já estar um pouco cansado, achei meio chato pedalar por ela. Parei num posto de gasolina perto da praça de pedágio para descansar e comer alguma coisa. Continuei pedalando pela RS-239 até chegar na RS-115 que vai em direção a Três Coroas.

RS-115

Pedalei um pouquinho pela RS-115 até achar um posto de gasolina. Parei para almoçar, mas o restaurante estava fechado. Aliás, durante todo o trajeto estava tudo fechado e as cidades eram verdadeiros desertos. Pensei que por ser dia das mães haveriam mais restaurantes abertos. Comprei um salgado e o segurança do posto me ofereceu um copo de coca-cola. Nessas situações prefiro beber suco ou chá (além disso, tenho diminuído bastante o consumo de refrigerante), mas fiquei meio sem graça de recusar. Ficamos conversando sobre compras no Paraguai, frio da serra gaúcha, etc.

De Taquara até Três Coroas pela RS-115 a subida não é tão forte, mas faz uma diferença quando se está cansado e com peso na bicicleta (levei uma muda de roupas, capa de chuva, e algumas peças de reposição, pois tive alguns problemas dias antes). Chegando em Três Coroas é preciso pegar a rua Águas Brancas (uma estradinha de pedra). Descansei um pouco antes de subir e esvaziei um pouco os pneus para ter um pouco mais de conforto. (Detalhe estava usando os únicos pneus que tenho slick 1.5). O tempo não estava com uma cara muito boa, então decidi me apressar um pouco, pois não queria ter que subir a estradinha debaixo de chuva.

Sofri um bocado para chegar até o templo, mas tive uma ajuda que veio em boa hora. Seguem algumas fotos do Khadro Ling (ver o álbum completo).

O tempo começou mudar e caíram umas gotas bem finas de chuva, então decidi puxar minha carroça para Taquara. A chuva ficou só na ameaça. O trajeto pela RS-020 foi bem tranqüilo, muita descida. Quando cheguei em Taquara já estava um breu (e eu bastante cansado). Como não tinha levado meu saco de dormir (nem agasalho), dormi num posto de beira de estrada. Nesse dia pedalei uns 140 km.

Quando fui dormir, programei o celular para despertar às 6:30, mas só acordei às 8:30 e só fui levantar da cama às 9:00. Dei uma volta pela cidade e continuei pedalando pela RS-020. Durante uma pequena parte do caminho (logo que saí do Centro de Taquara) foi só descida, mas logo depois vieram uma série de ladeiras (algumas delas bem inclinadas, sem acostamentos e com trânsito intenso de caminhões). Fiz uma parada para um lanche rápido (na verdade, estava querendo almoçar, mas como não sabia o quanto ainda teria que subir, preferi ficar no lanche mesmo).

Em Gravataí, a coisa fica bem mais tranqüila. Dali até Poa não teve nada de mais, a não ser o Morro do Itacolomi (qualquer dia irei conhecer melhor). Devo ter feito uma ou duas paradas bem rápidas para beber água e continuei sentido Poa. Chegando em Porto Alegre, parei na Assis Brasil para almoçar ás 16:00. Dali segui num ritmo bem leve para casa (mais uns 6 km). Foi isso.

Resumo:

No 1º dia foram 143,89 km (aqui também considerei o retorno até Taquara no início da noite); no 2ºdia, 71,31 km. Total: 215,20 km.

Tempo total: 10:57:17; velocidade média de 19,6 km e velocidade máxima de 56 km/h.

Não tive nenhum problema com a bicicleta.

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2 Comentários

  1. Sério, ainda vou fazer essas coisas. Deixa eu arranjar um trampo que meu primeiro investimento vai ser uma bicicleta pra poder rodar o mundo.

    Obrigada pela visita e volte sempre.

    :*

    Responder
    • Faz sim. Viajar de bike é outra coisa. A recepção é bem melhor.
      Essa foi minha primeira viagem de camelo. Pretendo fazer viagens no futuro (até Floripa ou Rio – minha terra natal).
      Volto ao seu blog sim.
      Bjunda.

      Responder

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