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Guaratiba II

Rio, 29 de janeiro de 2012.

O plano era pedalar com alguns amigos de fixa no Aterro, mas a chuva às 6:30 não me animou muito a sair de casa para pedalar. Como disse em outra ocasião: não tenho problema em pedalar na chuva, desde que ela me pegue no meio do caminho. Enfim, fiquei enrolando em casa até a chuva passar e acabei não pedalando com o pessoal no Aterro, pois chegaria no final do pedal. Quando a chuva parou, saí para pedalar por aqui mesmo – sozinho.

Decidi ir para Barra de Guaratiba para pedalar em dois lugares em especial, a serra de Guaratiba (divisa Recreio – Guaratiba) e subida do Grumari (divisa Guaratiba – Grumari). O trajeto foi bem parecido com o do primeiro pedal  que postei aqui (em março de 2011), mas dessa vez não fui até a praia de Barra de Guaratiba. Não foi um rolé muito longo, pois planejava sair a tarde. Contudo, teve umas subidinhas legais. Segundo o google maps, fiz 60km, mas não sei se é isso mesmo, pois não uso mais ciclo computador (velocímetro). Pode ser que algum dia volte a usar, mas por enquanto estes dados pouco importam. Vou me guiando pela dor, cansaço, ânimo, sede, fome, fôlego, etc.

O trajeto foi bem simples: saí da Gardênia e fui pela Ayrton Senna até a Av. das Américas (onde, pra variar, peguei um vento contra); dei um descanso de 5 min., subi a serra de Guaratiba (que ainda é Av. das Américas) e depois peguei a estrada Roberto Burle Marx; virei na estrada do Grumari (uma subidinha bem molhada e escorregadia) e fui direto até o canal do Recreio. No Recreio, fiz uma parada no restaurante Caminho do Mar (um dos poucos veganos da zona oeste –  na real, só conheço esse por aqui) e tomei um suco luz do sol ( :-9 ótimo! nunca tinha tomado). Depois peguei Américas e Ayrton Senna – casa.

Serra de Guaratiba e Estrada do Grumari

A Serra de Guaratiba é bem tranquila de subir. Lembrava dela como sendo um pouco mais difícil. Como faz quase um ano de diferença da última vez que estive lá, é normal que agora ela pareça mais fácil. Na estrada R. Burle Marx parei em frente ao sítio que dá nome a estrada. Tirei umas fotos e a chuva começou a engrossar. Do sítio Burle Marx até a estrada do Grumari, tomei uma baita chuva. Muito bom!   Lavou a alma. Não tirei foto nem filmei por razões obvias.

Lembrava que a estrada do Grumari era bem complicadinha (pista estreita, inclinação e curvas acentuadas). Dessa vez foi mais complicado subir não só por estar de fixa, mas também pelo asfalto molhado e os carros vindo no sentido oposto.

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Link do mapa:  http://g.co/maps/ya4ya

caminhando

não ficou do jeitinho que eu queria, mas tá registrado…pressa.

NUVEM: Música+Bicicleta

Rio.

Oi, só passando para ajudar a divulgar um evento que rola no domingo aqui no Rio.

Domingo (22/01) às 16h no Aterro do Flamengo. É “di grátis”. Leve grana para comer e beber.

Acesse Nuvem.fm. Na página, existe um mapa com o trajeto do evento.

Descrição na página do evento no Facebook:

“eis que a hibernação chega ao fim: a NUVEM começa a flanar pelas ruas!!!

como pede um bom domingão de feriado, a estreia vai ser no esquema preguicinha de veraneio. nosso querido padroeiro já foi todo flechado. não merece um tímpano estourado pelos nossos decibéis…

vamos desfilar por aí na maciota, mostrando do que são capazes apenas alguns dos módulos do nosso sistema de som sobre duas rodas…

ventinhos gozosos e música no volume certo pra todo mundo ser feliz, pedalando, bailando, apreciando a paisagem, na companhia de pessoas cativantes.

tá na hora de curtir recantos públicos e mágicos da cidade que merecem nossa alegria!

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:: COMO FAZ? ::
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• a NUVEM é móvel. como sei onde ela tá?

estamos aprimorando nosso sistema de monitoramento. por ora vamos contar esse segredinho aos pés da orelha.

partimos às 14h da praça da cruz vermelha, na lapa, de bike, espalhando sapequice pelo caminho com muita música. pegamos o aterro e pedalamos até o leme, onde lá pelas 15h vamos dar um mergulho revigorante no mar. coisa rápida, porque nessa gincana ganha quem chegar às 16h no aterro, no nosso ponto marcado no mapa.

lá o baile vai até depois do por do sol.

você pode se juntar no meio da brincadeira. dá um confere no roteiro completo nohttp://nuvem.fm/

• preciso ir de bike?

não!

lá na festa você pode chegar como preferir: de bicicleta, a pé, de patinete, de skate, de busão, de metrô, de jet ski, de paraquedas, no lombo do jegue, de táxi… e até de carro (a gente deixa, só que se vira pra estacionar!).

recebemos todos com igual furor!

• com que roupa eu vou?

venha lindo. coloque seu melhor pisca-pisca na orelha, uma tanguinha básica e um bom protetor solar. lembre-se que é na rua e que você quer ficar super confortável.

• vou ficar de bico seco e estômago furado?

a NUVEM se preocupa com você, que no meio da tarde vai ficar super lariquento. nosso GT de alimentação selecionou quitutes deliciosos, bebericos inebriantes e comidinhas alucinantes!

tudo que você consumir gera dim dim pros nossos parceiros alimentícios, sem comissão pra NUVEM.

• essa maravilha é paga?

não! a festa é 0800. só chegar!

traga dinheiros apenas pros comes e bebes!”

Pode isso, Arnaldo?

Rio, 19 de janeiro de 2012.

Alguns probleminhas na ciclovia que liga a Barra da Tijuca a Freguesia.

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Vou mandar o link do post para o @govrj (twitter oficial do Governo do Rio).

Ontem, fui ao Barra Music reclamar da obstrução da ciclovia e saber informações sobre a reconstrução do trecho da ciclovia que foi destruído durante as obras. Fui informado que a ciclovia não será mais obstruída e que farão a obra para recuperar o trecho da ciclovia (da saída do estacionamento) no prazo de 30 dias.

Atualização (14/03): O Barra Music já cumpriu com o que havia prometido: removeram as grades que obstruíam a calçada e a ciclovia e consertaram a ciclovia que haviam destruído no processo das obras. 🙂

Em relação ao buraco na ciclovia, liguei para 1746 da Prefeitura. Deram um prazo de 10 dias para averiguar o problema e fornecerem uma resposta.

Atualização (14/03): Liguei para o 1746 da Prefeitura para saber como anda a situação do reparo da ciclovia. Eles disseram que não buraco na rua (de fato, na rua não há, mas tem na ciclovia e que isso era uma questão da operação asfalto liso). Conclusão, como o registro foi feito como se o buraco estivesse na rua e não na ciclovia, tive que fazer um novo registro com prazo de 15 dias para uma posição da Prefeitura.

A obra na Barra, onde o caminhão estacionou na ciclovia, é a construção do Rio Corporate. Enviei um email para Odebrecht, assim que obtiver uma resposta, posto aqui.

A ciclovia no trecho da Gardênia (Av. Ayrton Senna e Av. Ten. Cel. Muniz de Aragão) é ocupada de forma totalmente irregular pelas oficinas da região. Em breve gravarei um vídeo pedalando por este trecho.

Lei do Bicicletário (Rio)

Rio, 16 de janeiro de 2012.

Está em vigor no município do Rio de Janeiro a Lei nº 77 de 28 de abril de 2005, que regula e estabelece obrigatoriedade da construção de bicicletários em shoppings e supermercados. A lei visa não somente atender uma demanda de ciclistas (clientes e funcionários), mas também incentivar aqueles que não costumam utilizar a bicicleta como meio de transporte.

Numa cidade onde o número de bicicletários construídos pela Prefeitura está longe do satisfatório, estacionar a bicicleta em um shopping ou supermercado pode ser uma solução interessante.

Apesar de antiga, a lei é bastante desconhecida e, em alguns casos, ignorada pelos estabelecimentos comerciais. Eis alguns casos:

Shopping Via Parque – Segundo a administração, eles possuem um bicicletário (no espaço destinado a motos). Contudo, não foi isso o que constatei. Aqui é um belo exemplo de administradores que não conhecem a diferença entre bicicletário e lugar onde deixam prender uma bicicleta. A grade do espaço é totalmente inadequada para usar a corrente/cadeado. Além disso, o compartilhamento do espaço com as motos e a disposição das bicicletas (por conta da falta do equipamento adequado) reduzem o número de vagas dos ciclistas. Além de enviar um email para a administração do shopping, fui ao espaço do cliente por duas vezes e nas duas ocasiões os funcionários disseram que iriam repassar o problema aos administradores. Não deram nenhum tipo de prazo e até agora não obtive nenhuma resposta.

Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca  –  espacocliente@viaparqueshopping.com.br

Shopping Rio Design Barra – Assim como o Via Parque, possuem um espaço destinado à motos onde o ciclista pode prender sua bicicleta. Não contam com o equipamento adequado. Procurei a administração do shopping e os funcionários foram bastante solícitos. Chegaram a me acompanhar até o espaço das motos onde pude explicar para eles o problema. Tiraram foto e ficaram de repassar a questão para a administração. Além disso, me pediram que eu enviassem um email com o link da lei para que pudessem ter um respaldo legal junto à administração.

Avenida das Américas, 7777 – Barra da Tijuca  –  concierge.riodesignbarra@riodesign.com.br

Center Shopping Rio – Não possui bicicletário, nem é possível prender a bicicleta no espaço das motos. O funcionário do estacionamento me orientou prender a bicicleta do lado de fora do shopping, perto da cabine da polícia (!!!!!!). Fui muito bem atendido na administração. Escrevi a carta de sugestão e me informaram que terei uma resposta num prazo de 7 dias. Ao contrário do Via Parque, a administração do Center Shopping, não só protocolou minha reclamação, como me forneceu uma cópia com assinatura de recebimento e estabeleceu um prazo para analisar o caso. Assim que obtiver a resposta, eu posto aqui.

Atualização (24/01): Por telefone, fui informado pelo SAC que a construção de um bicicletário está nos planos do Center Shopping Rio. Contudo, não forneceram um prazo para essa construção.

Avenida Geremário Dantas,  404 – Jacarepaguá  –  http://www.centershoppingrio.com.br/faleconosco/faleconosco.asp

Supermercado Assaí Freguesia  – Não possui bicicletário. Relatei o problema num bilhete, pois o gerente e o sub-gerente estavam ocupados. Sabe lá quando terei resposta disso.

Estrada de Jacarepaguá, 7753 – Freguesia (JPA)  –  http://www.assaiatacadista.com.br/faleconosco.php  –  É necessário fornecer CPF para enviar mensagem a eles. Eu, hein!

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Observei a ausência de bicicletários na medida que tinha que fazer alguma coisa nesses lugares.  Caso você encontre algum shopping ou supermercado que descumpre a lei, poste uma foto e email da administração nos comentários e denuncie na Secretaria Municipal de Urbanismo (http://www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/frmcadastro.cfm  – em assunto selecione “obras particulares”) e na sub-prefeitura do seu bairro. Telefones da ouvidoria da SMU: 22934590/29762771/29762772

Festival de Curta de Bicicleta e Caminhada

Poa, 04 de julho de 2011.

Repassando a notícia que recebi pelo twitter do Transporte Ativo.

Visite a página do Festival “Curta uma bike e uma caminhada”. Leiam o regulamento com atenção.

Leia o texto completo »

Debate sobre o uso de bicicleta

Poa, 27/ de junho de 2011

Postei dois links de vídeos no blog Vá de bici. Ambos são vídeos do Jornal da Cultura.

O primeiro link diz respeito ao passeio de bicicleta feito pelo prefeito Sam Adams (Portland, Oregon) pelo centro de São Paulo seguido dos comentários de Carlos Novaes (cientista político) e o segundo, ao debate entre Carlos Novaes (cientista político), Thiago Benicchio (diretor Assoc. Ciclistas Urbanos/SP) e Glenda Mezarobba (cientista política) sobre o uso de bicicleta como meio de transporte.

http://vadebici.wordpress.com/2011/06/09/bicicleta-so-no-parque-aos-domingos/

http://vadebici.wordpress.com/2011/06/27/jornal-da-cultura-discussao-sobre-uso-de-bicicleta-em-grandes-cidades/

abraço

Projeto de Lei 1560/2011

Poa, 24 de junho de 2011.

No último dia 09,  o deputado federal Jesus Rodrigues (PT/PI) apresentou o projeto de lei 1560/2011 que prevê uma mudança na Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. A mudança consiste na inclusão do artigo 280-A à lei 9.503.

“Art. 280-A. As infrações de trânsito previstas nos incisos VIII e IX do artigo 181 poderão ser comunicadas pelo prejudicado ao órgão ou entidade executiva de trânsito responsável pelo licenciamento do veículo, por escrito, mediante a apresentação de qualquer meio legal de prova, com a identificação do local, data e hora do cometimento da infração, caracteres da placa de identificação do veículo, sua marca e espécie, para o procedimento previsto no art. 280”
 

A inclusão, se aprovada, garante que o pedestre (ou ciclista) possa comunicar, por escrito, a infração ao órgão competente. Cabe ressaltar que, como a comunicação será realizada pelo prejudicado, será necessário apresentar a prova da infração (foto ou vídeo). A mudança parece ser interessante, mas o artigo 280-A contempla apenas os incisos VIII e IX do artigo 181, destacados abaixo:

“Art. 181. Estacionar o veículo:
VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
Infração – grave;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção veículo;
IX – onde houver guia de calçada (meio-fio) destinada à entrada ou saída de veículos:
Infração – média;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção do veículo”
 

Outros incisos (e mesmo outros artigos), tais como o XI (estacionar “ao lado de outro veículo em fila dupla“) e o XII (estacionar “na área de cruzamento de vias, prejudicando a circulação de veículos e pedestres“) ficaram de fora do PL 1560/2011.

Enviei um email ao deputado para saber o motivo da não-inclusão de outros artigos e incisos. Assim que obtiver uma resposta, posto aqui. Clique aqui para falar com o deputado.

Bem, fico na torcida para que os agentes de trânsito não usem a mudança da lei para se isentarem (mais do que já se isentam) de fiscalizar as infrações. Para encerrar posto dois vídeos:  “Massa Apocalíptica” (de Helton Moraes), que mostra de forma irônica como as pessoas estacionam de forma irregular, e “Desrespeito de motoristas contra ciclistas no acostamento do Lago Sul – Brasília – DF – Brasil”, que mostra motoristas (entre eles, um policial militar) transitando na ciclofaixa em Brasília.

Khadro Ling – templo budista (Três Coroas/RS)

Poa, 10 de maio de 2011.

Aproveitei o domingo do “dia das mães” para conhecer o templo budista em Três Coroas.

Trajeto de ida

Saí de casa por volta das 7:15 da manhã, gostaria de ter saído um pouco mais cedo, pois iria fazer todo o trajeto de bicicleta. Alguns ciclistas optam por pegar o trem até São Leopoldo para poupar tempo e energia. Quem quiser seguir essa opção deve estar atento aos horários em que se pode embarcar com bicicleta.

Grande parte do trajeto até Três Coroa poderia ser feito pela RS-020 (note no mapa acima), mas como queria passar por Novo Hamburgo, tive que ir pela BR-116. Já o trajeto de volta foi feito pela RS-020.

Peguei a RS-020 e em Cachoeirinha segui em direção a RS-118. Pedalei pela RS-118 nos municípios de Cachoeirinha e Sapucaia do Sul. Essa rodovia é uma desgraça para pedalar. Além de só possuir uma pista para cada sentido, o asfalto não é nada bom e o acostamento não é asfaltado. Daí é só optar: pedalar num acostamento de terra e pedra ou pedalar num asfalto péssimo com grandes chances de levar uma chapuletada de um caminhão.

Assim que cheguei a BR-116 parei num posto para descansar. Dali até Novo Hamburgo foi molezinha (bah, 116 é uma maravilha). Em Novo Hamburgo, fiz uma parada rápida, liguei para minha mãe (a cobrar) e dei uma voltinha pela cidade, mas não tirei muitas fotos de lá.

em Novo Hamburgo

Depois do rolezinho em NH, voltei para BR-116 e entrei na RS-239. A rodovia é boa e tem acostamento asfaltado e não tem muitas lombas (ladeiras), mas, talvez por já estar um pouco cansado, achei meio chato pedalar por ela. Parei num posto de gasolina perto da praça de pedágio para descansar e comer alguma coisa. Continuei pedalando pela RS-239 até chegar na RS-115 que vai em direção a Três Coroas.

RS-115

Pedalei um pouquinho pela RS-115 até achar um posto de gasolina. Parei para almoçar, mas o restaurante estava fechado. Aliás, durante todo o trajeto estava tudo fechado e as cidades eram verdadeiros desertos. Pensei que por ser dia das mães haveriam mais restaurantes abertos. Comprei um salgado e o segurança do posto me ofereceu um copo de coca-cola. Nessas situações prefiro beber suco ou chá (além disso, tenho diminuído bastante o consumo de refrigerante), mas fiquei meio sem graça de recusar. Ficamos conversando sobre compras no Paraguai, frio da serra gaúcha, etc.

De Taquara até Três Coroas pela RS-115 a subida não é tão forte, mas faz uma diferença quando se está cansado e com peso na bicicleta (levei uma muda de roupas, capa de chuva, e algumas peças de reposição, pois tive alguns problemas dias antes). Chegando em Três Coroas é preciso pegar a rua Águas Brancas (uma estradinha de pedra). Descansei um pouco antes de subir e esvaziei um pouco os pneus para ter um pouco mais de conforto. (Detalhe estava usando os únicos pneus que tenho slick 1.5). O tempo não estava com uma cara muito boa, então decidi me apressar um pouco, pois não queria ter que subir a estradinha debaixo de chuva.

Sofri um bocado para chegar até o templo, mas tive uma ajuda que veio em boa hora. Seguem algumas fotos do Khadro Ling (ver o álbum completo).

O tempo começou mudar e caíram umas gotas bem finas de chuva, então decidi puxar minha carroça para Taquara. A chuva ficou só na ameaça. O trajeto pela RS-020 foi bem tranqüilo, muita descida. Quando cheguei em Taquara já estava um breu (e eu bastante cansado). Como não tinha levado meu saco de dormir (nem agasalho), dormi num posto de beira de estrada. Nesse dia pedalei uns 140 km.

Quando fui dormir, programei o celular para despertar às 6:30, mas só acordei às 8:30 e só fui levantar da cama às 9:00. Dei uma volta pela cidade e continuei pedalando pela RS-020. Durante uma pequena parte do caminho (logo que saí do Centro de Taquara) foi só descida, mas logo depois vieram uma série de ladeiras (algumas delas bem inclinadas, sem acostamentos e com trânsito intenso de caminhões). Fiz uma parada para um lanche rápido (na verdade, estava querendo almoçar, mas como não sabia o quanto ainda teria que subir, preferi ficar no lanche mesmo).

Em Gravataí, a coisa fica bem mais tranqüila. Dali até Poa não teve nada de mais, a não ser o Morro do Itacolomi (qualquer dia irei conhecer melhor). Devo ter feito uma ou duas paradas bem rápidas para beber água e continuei sentido Poa. Chegando em Porto Alegre, parei na Assis Brasil para almoçar ás 16:00. Dali segui num ritmo bem leve para casa (mais uns 6 km). Foi isso.

Resumo:

No 1º dia foram 143,89 km (aqui também considerei o retorno até Taquara no início da noite); no 2ºdia, 71,31 km. Total: 215,20 km.

Tempo total: 10:57:17; velocidade média de 19,6 km e velocidade máxima de 56 km/h.

Não tive nenhum problema com a bicicleta.

Vídeo da Massa Crítica Poa (março de 2011)

Coé!

Deu bastante gente (com direito a participação especial do pessoal de Curitiba, das Pedalinas e tantos outros).

Não gravei na hora que estávamos em frente à Prefeitura – uma pena.